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Ibovespa: sistemas da CVC (CVCB3) seguem instáveis após ataque hacker; ação despenca

CVC no 4T23. Foto: Reprodução/Site CVC Corp

CVC. Foto: Reprodução/Site CVC Corp

A ação da CVC (CVCB3) fechou em forte queda no pregão de hoje, após informar que depois do ataque de “ransomware” sofrido em seu ambiente de tecnologia em 2 de outubro, seus sistemas permanecem interrompidos e instáveis, afetando as operações.

A ação da CVC (CVCB3) encerrou o pregão de hoje recuando 4,71%, a R$ 19,82. Assim, o papel liderou as maiores quedas do Ibovespa hoje.

O principal índice de ações da Bolsa de Valores de São Paulo, terminou a sessão em leve alta de 0,023%, aos 110.585,43 pontos.

Em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nesta quinta-feira, a CVC afirma que, em conjunto com assessores especializados em tecnologia e em segurança da informação, tem atuado “de forma diligente para mitigar os efeitos causados.”

“Todos os esforços vêm sendo envidados, estando a CVC Corp empenhada em apurar a extensão do incidente, limitar os danos causados e restabelecer o pleno funcionamento do ambiente de tecnologia. Entretanto, ainda restam importantes etapas para a retomada da operação”, diz a empresa.

CVC (CVCB3) é vítima de ataque hacker

No último sábado (2) a CVC informou que foi vítima de um ataque hacker.

Em nota enviada à imprensa, a companhia disse ter ativado com prontidão “todos os seus protocolos de segurança” e que está “atuando para mitigar os efeitos do ocorrido e preservar a continuidade dos seus negócios.”

No domingo pela manhã, o site da CVC Corp, holding que controla as empresas do grupo, estava fora do ar. A CVC é uma das maiores empresas da América Latina no segmento de viagens.

“A CVC Corp lamenta o ocorrido e, em nome da transparência com clientes, colaboradores, parceiros, franqueados e com o mercado, manterá comunicações subsequentes assim que mais informações forem apuradas”, escreveu a empresa na nota enviada em que confirmou ter sofrido o ataque hacker.

Assim, a CVC se junta a um crescente grupo de empresas brasileiras tornadas alvos de crimes virtuais. Outras companhias como JBS (JBS3), Fleury (FLRY3) e Cyrela (CYRE3) também já sofreram com ataques cibernéticos.

Com informações do Estadão Conteúdo

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