BBDC4: veja como foi o desempenho do Bradesco nos últimos 8 anos

Em 2025, as ações preferenciais do Bradesco (BBDC4) apresentam uma leve recuperação, com alta de 1,1% no acumulado do ano. Entretanto, quando ampliamos a análise para os últimos 12 meses, o cenário é bem diferente: os papéis do banco registram queda superior a 17%.

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Ao lado do Itaú Unibanco (ITUB4) e do Banco do Brasil (BBAS3), o Bradesco aparece entre os maiores bancos brasileiros e é uma das principais empresas da bolsa nacional. Porém, seu desempenho no longo prazo tem ficado aquém das expectativas dos investidores.

Quando olhamos para o período de oito anos, desde 17 de fevereiro de 2017, as ações do Bradesco acumulam uma desvalorização expressiva de mais de 38%.

No ano passado, a instituição enfrentou diversos desafios, incluindo aumento da inadimplência e perda de rentabilidade. Em meio a um processo de reestruturação, o banco conseguiu apresentar uma recuperação no último trimestre: registrou lucro líquido recorrente de R$ 5,402 bilhões no quarto trimestre de 2024, representando uma alta de 87,7% em comparação aos R$ 2,878 bilhões do mesmo período de 2023.

Apesar do desempenho adverso de suas ações, o Bradesco ainda mantém sua atratividade para investidores que buscam rendimentos recorrentes. A instituição distribui dividendos mensalmente e, nos últimos 12 meses, apresentou um dividend yield de 9,65%, segundo dados da Status Invest.

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Apesar do período desafiador enfrentado pelo Bradesco, outras empresas do mesmo segmento conseguiram entregar resultados diferentes nos últimos anos.

O Banco do Brasil (BBAS3), por exemplo, acumula uma valorização superior a 180% no mesmo período de oito anos. As ações da instituição financeira fazem parte da carteira recomendada de dividendos da Suno Research desde janeiro de 2021, quando eram negociadas a apenas R$ 12,86.

É fundamental ressaltar que o mercado financeiro opera em ciclos e que desempenhos anteriores não são garantias para o futuro.

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Giovanna Oliveira

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